Rod Stewart mostra mini-cidade construída por ele durante 26 anos em seu sótão

18.11.2019 | 17h30 - Atualizada em: 19.11.2019 | 09h35
Por Anna Rios
Rod Stewart

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Modelo tem 38 metros de comprimento por sete de largura

O cantor Rod Stewart, 74, já é conhecido há algum tempo por sua paixão por ferroramas, mas agora ele revelou a uma revista britânica o modelo que construiu em seu sótão por 26 anos. A mini-cidade mede quase 38 metros de comprimento por sete de largura. 

O modelo, revelado na edição de dezembro da revista Railway Modeller, lembra as cidades americanas da década de 1940, contendo centenas de edifícios, incluindo fábricas enormes e arranha-céus. Também possui uma estação ferroviária atravessada por inúmeras pontes, além de carros e caminhões de época. 

Rod Stewart disse à revista Railway Modeller que o cenário e a modelagem de estruturas são o seu forte, não as locomotivas, trilhos e a eletricidade. "É a paisagem que eu gosto. Atenção aos detalhes, detalhes extremos, é fundamental. Não deve haver espaços irregulares ou calçadas muito limpas", afirmou. 

O músico usou algumas referências de sua vida e paixões, como o time de futebol dos Celtics em algumas estruturas, mas sua grande inspiração veio das ferrovias americanas, já que era onde morava quando começou o modelo, em 1993. Na época, ele tinha acabado de construir uma casa em Los Angeles e fez o modelo em seu sótão. 

Stewart afirmou à publicação que a modelagem ferroviária era uma fuga das pressões durante suas turnês, já que levava kits, ferramentas e tintas com ele, além de reservar um quarto extra de hotel para uma oficina onde pudesse se dedicar ao seu hobby onde quer que estivesse. 

Apesar do tamanho de sua mini-cidade, ele disse que "nada disso foi realmente planejado" e "apenas aconteceu", com a ajuda de dois amigos. Segundo o músico, sua paixão começou ainda na infância, quando ainda tinha entre oito e nove anos e viu um ferrorama "maravilhoso" numa loja. 

Questionado se teria começado o projeto se soubesse que levaria tanto tempo: "Não, não, não!", afirma.

Por GaúchaZH

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