O rapper, cantor e compositor irlandês-americano vencedor do GRAMMY Everlast anunciou oficialmente Embers to Ashes, seu primeiro álbum em oito anos, com lançamento em 28 de agosto por seu próprio selo Martyr Inc Records, em parceria com a Thirty Tigers e a Regime Music Group (saiba mais via Variety, Billboard e SPIN).
Produzido por Yelawolf, mixado por Chris Lord-Alge, e com arte de capa do premiado Tristan Eaton, o álbum com influências de Americana e blues conta histórias de glória conquistada e perdida, das reviravoltas repentinas que mudam a trajetória de uma vida, e de sabedoria conquistadas com esforço.
Também foi lançado o segundo single “My Hollywood”, uma abordagem mais leve dos altos e baixos do sucesso no mundo do entretenimento, sucedendo o primeiro single e videoclipe de “Stones”, uma jornada da autoaversão ao autocuidado e ao perdão (“com alma e sincero” – VICE, “uma aula magistral no estilo de mistura de gêneros” – BroBible).
Everlast mantém dois mantras por perto: o que quer que esteja acontecendo é inevitável, e isto também passará. A filosofia ganha foco em Embers to Ashes, moldada por uma década que viu sua casa em Los Angeles queimar no incêndio Woolsey de 2018, a pandemia, um divórcio e muito mais.
Nas próprias palavras de Everlast: “o álbum é uma coleção de canções que giram em torno da minha última década, não necessariamente autobiográficas, mas ‘inspiradas’ pelo caos, pelas perdas e por algumas vitórias.”
Canções como a pensativa “Losing Man’s Game”, a agridoce “Love Don’t Heal” e até a animada “Broken Heart for Hire” o mostram confrontando as fases da dor de cotovelo, da mágoa à raiva, ao entorpecimento. Peças narrativas como “Never Coming Home” e “Happy You Can Cry” – uma reflexão sobre o significado da liberdade através da vida de uma mulher – encaixam-se confortavelmente na tradição das visões springsteenianos da vida americana.
E, claro, a história de Everlast também entra na confusão. Em “1987”, ele relembra um tempo mais simples, de sair no lado oeste do vale, pouco antes de fazer um disco com Ice T e, em última análise, resistir aos momentos mais profundos da vida em “Embers to Ashes”.





